O 11 de Setembro não foi o maior atentado terrorista da humanidade

Embora a Rede Globo, a Globo News, a Record, a Bandeirantes, O SBT, a maioria dos jornais e rádios do nosso país – e do mundo ocidental – afirmem que o maior atentado terrorista da humanidade seja o 11 de Setembro, a afirmação não passa de uma mentira ridícula e hipócrita. Está dentro dos conformes da relação promíscua entre a mídia comercial e o governo norte-americano, que libera verbas milionárias para corromper a imprensa através de sua embaixada no Brasil, e de institutos e organizações norte-americanas.

O maior atentado terrorista da humanidade aconteceu no dia 6 de agosto de 1945, foi a explosão da bomba atômica norte-americana em Hiroshima, no Japão. O segundo atentado terrorista aconteceu três dias depois, no dia 9 de agosto do mesmo ano,na cidade de Nagasaki, assassinando mais de 220 mil japoneses – na maioria civis indefesos. Milhares morreram depois de câncer causado pela radiação das bombas.

A Segunda Guerra Mundial já estava vencida pelos Aliados. O Alto Comando Militar Japão já negociava a rendição com os norte-americanos, mas ainda assim as bombas atômicas foram detonadas para – conforme relatos de oficiais norte-americanos – obter melhor negociação junto às nações vencidas, isto é, chantagear e submeter a Alemanha, Itália e Japão. Por este motivo esses países foram sangrados ao longo das últimas décadas pagando indenizações de guerra injustificáveis, uma indústria de vitimização hipócrita e criminosa que beneficiou os chacais da guerra e a mídia corrupta.

Alemanha, Japão e Itália são países militarmente ocupados pelos Estados Unidos da América até os dias de hoje. Na Alemanha existe, em operação, 25 bases militares norte-americanas e 86.500 militares. No Japão e na Itália são dezenas de bases estocando mísseis e bombas atômicas capazes de destruir o nosso planeta diversas vezes. Na semana passada o Pentágono comemorou a inauguração de sua milésima base militar, sem contar a presença militar em 156 países, bases militares em 75 países, 38.310 edifícios espalhados por diversas nações que empregam mais de um milhão de pessoas, dos quais 862.000 militares.

No atentado de 11 de Setembro às Torres Gêmeas morreram 2.996 pessoas. Esse atentado é contestado por diversos jornalistas e pesquisadores, a ponto de uma equipe de jornalistas e radialistas norte-americanos lançarem um documentário (à venda ou locação em locadoras) pela Power Hour Production, o “911 In Plane Site”, com fotos ampliadas mostrando que os aviões que se chocaram contra as torres não tinham civis; eram aviões militares tele-guiados, com mísseis. Quem não acreditar pode assistir o documentário e tirar dúvidas, e conhecer os motivos pelos quais o 11 de Setembro foi criado pelo próprio governo norte-americano.

Desde que a “liberdade e democracia” norte-americana venceram a Segunda Guerra Mundial, dezenas de povos foram massacrados (Coreia, Vietnã), países foram invadidos e ocupados (Afeganistão, Iraque, Líbia).

Os verdadeiros terroristas da humanidade não estão em Guantânamo, muito menos nas areias dos desertos árabes ou nas montanhas do Afeganistão. Os verdadeiros terroristas da humanidade, aqueles que fabricam as guerras para roubas as riquezas naturais dos pequenos povos com desculpas políticas, estão na Casa Branca, no Pentágono, na Otan, no Palácio de Versalhes, no parlamento britânico, no Knesset, no sistema financeiro internacional.

A cobertura que a mídia ocidental está fazendo sobre o 11 de Setembro é uma cortina de fumaça para enganar e iludir a opinião pública mundial, desviando a atenção sobre os verdadeiros criminosos e terroristas da humanidade: os governos dos Estados Unidos da América, França, Israel, Inglaterra e seus aliados.

 José Gil