Os benefícios do esporte para pessoas com Síndrome de Down ou deficiência intelectual

Todos nós sabemos que o esporte em geral faz bem para o corpo e para mente. O Karatê-Do, por exemplo, é uma modalidade completa que aumenta a capacidade pulmonar, melhora a postura, disciplina, relação interpessoal entre outros. Já o Taekwondo proporciona velocidade, concentração, força interior, equilíbrio e melhora em muito a formação moral e intelectual.

Instituto Olga Kos de Inclusão CulturalSite externo. escolheu os dois esportes como opções para pessoas com Síndrome de Down e/ ou deficiência intelectual e desta forma promover a integração com professores, colegas e familiares. O projeto atende pessoas com a idade entre 06 e 40 anos de idade. “Dar qualidade de vida a essas pessoas é poder incluí-las na sociedade; é poder fazer com que elas façam as atividades diárias delas com mais independência”, afirma Carolina Robortella, professora de Educação Física e Coordenadora de Esporte do Instituto Olga Kos.

Segundo Tatiana Rigoleto, sua irmã Mariana ficou muito feliz com a aula de Karatê. “Mariana chegou da aula e ensinou os movimentos dos golpes e os nomes que se pronunciam no ato dos mesmos. Pela manhã o humor dela não é muito agradável, agora, acorda animada quando tem aula de karatê”, afirma Rigoleto.

As aulas de ambos os esportes são ministradas em academias parcerias do Instituto Olga Kos, como Associação Ken in Kan de Karatê–Do e Associação Lira Taekwondo Clube. Na inclusão por meio do esporte, 60% são pessoas com Síndrome de Down e /ou Deficiência Intelectual e 30% pessoas de baixa renda.

A inclusão por meio do esporte traz maior integração entre o corpo e a mente. “A maior dificuldade do meu filho era falar; ele falava pouco. Agora, praticando o esporte, ele está mais espontâneo”, relata Maria Ribeiro de Carvalho, mãe de praticante de Karatê-Do.

Os praticantes de Karatê-Do e Taekwondo se tornam mais disciplinados não só em arte e esporte, como também na escolha de uma profissão.

Informações pelo tel: 11 3081 9300

Fonte: Vida Mais livre

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